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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Pensamento:

SE não gostas de estar CÁ...SE não gostas quem está CÁ...SE não gostas fazer nada por CÁ...PORQUE ainda andas CÁ...


SERÁ só para usares um colete de CÁ?


ENTÃO cai pro C@R@LHO... não fazes falta CÁ



RC41

domingo, 10 de fevereiro de 2019

A árvore e o amigo

A árvore e o amigo


Uma árvore não fica de costas para ninguém.
Dê a volta em torno dela.
A árvore estará sempre de frente para você.
Os verdadeiros Amigos, também. 
Quem planta árvores, cria raízes.
Quem cultiva bons Amigos, também.
As árvores, como os Amigos, produzem beleza para os olhos e os ouvidos, na mudança subtil de suas cores, com o passar das estações, no ondular de suas folhas ao vento e sombra, sempre!
Sombra protectora como a dos amigos; sombra que varia com o dia, que avança e faz variados rendados de luz, semelhantes aqueles, das estrelas.
As árvores são sinónimo de Eternidade.
Uma Verdadeira Amizade é PARA SEMPRE!

Uma Sociedade hipócrita e burra na qual alguns ainda se acham no direito e tratar o outro como coisa…


Uma Sociedade hipócrita e burra na qual alguns ainda se acham no direito e tratar o outro como coisa…

 Estamos vivendo em uma espécie de redoma na qual crescem os grupos radicais e extremistas, disseminadores de agressividade como única forma de comunicação.
Há duas grandes forças produzidas pela espécie humana: o a feto e a agressividade. A segunda vem vencendo as batalhas em todos os locais de convivência da espécie humana. Dentro das famílias, entre amigos, no trabalho, em todas as redes sociais seres humanos se agridem diariamente. No trânsito, na fila da caixa, na agência bancária, no desporto, no local de trabalho, nas escolas e onde mais se possa imaginar, observa-se todo tipo de agressão entre as pessoas.
A confusão entre o direito que se pensa ter de agredir gerou o equívoco de achar que se tem o dever de suportar.
Nenhum ser humano, de qualquer gênero, raça, idade ou demais adjetivos que vocês queiram adicionar aqui possui o direito de agredir e/ou de desrespeitar seu semelhante sob qualquer desculpa ou justificativa machista, feminista, religiosa, moralista, revolucionária ou qualquer outra que possa existir.
Crianças que são criadas de modo a receberem como única forma de atenção dos pais a agressividade certamente se confundirão na vida adulta e sairão por aí agredindo ou aceitando agressão justificando-se internamente que esta é uma forma de demonstrar a feto. Não, não é!
A feto é a feto e agressividade é agressividade, seja está física ou verbal.
O desrespeito sempre vem de um ser humano que não foi respeitado, não aprendeu a respeitar-se e por isso desconhece que seja obrigação respeitar o outro.
A falta de a feto inviabiliza a criação de vínculos e por isso alertamos tão insistentemente aos pais que amem a si, ao próximo e aos seus filhos para que assim possam educá-los e porque só assim eles se sentirão amados.
Quem não ama a si, não ama ao outro. Esta é a lei.
Pedimos insistentemente que as pessoas que carregam a incapacidade de se colocarem no lugar do outro e que percebam que não conseguem nem se comunicar e nem tampouco falar a linguagem do afeto para que procurem ajuda psicológica.
A agressão e o desrespeito impendem da luta das escolhas políticas, partidárias e filosóficas de cada um.
Se não dispusemos-nos a olhar para dentro e revisar o quanto a agressividade vence as lutas internas com o nosso a feto a sociedade seguirá carregando cada vez mais o radicalismo violento e intolerante. 
A cura para tudo isso? Buscar e exigir respeito; custe o que custar.
RC41

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Sete tipos de pessoas tóxicas das quais você deve fugir

Estamos rodeados de pessoas invejosas, pessimistas, narcisistas... Aprenda a identificar quem são...



Ao longo da vida, estabelecemos relações sociais em diferentes esferas. Seja dentro da família, com colegas de estudo ou trabalho, ou até mesmo com aqueles com que tivemos relações sentimentais que se encerraram sem rancores, são muitas as pessoas com que cruzamos em nossa vida para compartilhar épocas ou momentos, mas que nem por isso irão nos acompanhar para sempre. E acontece também que, como se padecêssemos de uma espécie de Síndrome de Diógenes com as pessoas (na qual se incluem os chamados acumuladores), é bastante custoso nos desligarmos daquelas relações que já não contribuem com nada em nossa vida. Ou porque essa relação se desgastou, ou, pior, porque se tornou tóxica, é preciso parar de acumular amigos (seja no Facebook ou na vida real) compulsivamente, e começar a valorizar as relações com aqueles com quem realmente vale a pena passar o nosso tempo.
Por isso, ouvimos alguns especialistas para fazer uma lista dos tipos de pessoas das quais você precisa aprender a se distanciar um pouco, ou até mesmo aprender a dizer adeus para sempre, sem se sentir culpado por causa disso:
1. O cônjuge vitimista: Você já não sabe se ele está com você porque gosta de você ou porque você se transformou no seu lenço de enxugar lágrimas mais resistente. Há pessoas que, diante dos problemas, só sabem assumir o papel de vítima. Como explica a psicóloga Patricia Ramírez, “são aqueles que jogam a culpa de todos os seus males em outras pessoas, fugindo de qualquer responsabilidade pelo problema que acontece com eles”. O problema é que esse vitimismo pode se traduzir em que nos contagiem com sua tristeza, frustração e apatia. Por isso, é importante aprender a contê-lo a tempo. “Em primeiro lugar, é preciso lhes dizer que estamos dispostos a ajudá-los a tomar decisões e a solucionar problemas, mas não a ser o lenço em que eles afogam as suas mágoas sem se esforçar para nada”. Se isso não der certo, a melhor opção talvez seja se afastar, pois, como lembra a psicóloga, “você não o estará abandonando, mas sim dando um impulso para que ele aja”.
2. O parente cara-de-pau: Todos sofremos com um familiar que sempre nos telefona para pedir um favor, seja na mudança, seja com os filhos ou para lhe emprestar alguma ferramenta que você sabe que nunca mais vão lhe devolver, mas que nunca está presente quando se necessita dela. Como conta a psicóloga, “são pessoas que sempre querem alguma coisa de você, mas que não sabem ou não querem manter relações bidirecionais, em que deem pelo menos parte daquilo que recebem”. Assim, a psicóloga insiste em que devemos ser os primeiros a deixar claras as nossas próprias necessidades e não nos deixarmos engolir por aqueles que “tiram coisas dos outros sem lhes perguntar se estão bem ou se precisam de ajuda”.
3. As más-línguas: toda vez que encontra com você, esse amigo fala mal de todas os conhecidos que vocês têm em comum. Às vezes, até lhe telefona só para contar a última besteira que fulano ou sicrano fizeram. Acha que ele não fala mal de você também para os outros? Embora todos nós tenhamos um pouco de fofoqueiros de vez em quando, é preciso ter cuidado com aquelas pessoas que “vivem de viver a vida dos outros, porque não suportam a vida delas próprias”, como afirma a psicóloga, para quem “sua vida é sem graça demais, entediante ou frustrante demais para que se fale dela, então passam a destruir tudo o que há em volta”. O conselho para lidar com esse tipo de pessoa é claro: “Não deixe que essa pessoa faça julgamentos de valor sobre outras pessoas que não estejam presentes se você não quiser que ela faça o mesmo com você”.
4. O colega com más intenções: Aquele colega que olha você de soslaio quando você não faz aquilo que ele tinha em mente e que você sabe que, como vingança, em algum momento, decidirá aprontar alguma para cima de você, com má intenção. Sobre esse caso, Patricia Martínez é categórica: “É preciso se afastar radicalmente desse tipo de pessoa”. Com base na sua experiência, ele acrescenta que “são pessoas que vivem constantemente tomadas pela raiva, como se o mundo lhes devesse alguma coisa. Não suportam que os outros obtenham êxito, se esforcem ou tenham força de vontade, porque essas atitudes de superação as rebaixam ainda mais”. Se não mantiver distância em relação a elas, você acabará perdendo a capacidade de se defender e sofrerá com sentimento de insegurança, impotência e ansiedade.
5. O chefe manipulador: Talvez não seja o seu chefe imediato, mas sim aquele intermediário entre você e o “todo poderoso”, que você teve a sorte de que é simpático, amável, próximo e que sempre lhe inspira confiança. Pois, esteja atento. “Mesmo que sinta que ele se interessa por você, que o escuta, é importante saber que há um perfil de pessoa que guarda todas as informações que você lhe dá, para o caso de precisar usá-las contra você”, alerta, nesse item, a psicóloga emocional Nuria Álvarez. Por isso, não se deve esquecer que ele continua a ser sempre chefe e que é preciso aprender a mesurar a questão da confiança, porque “com o objetivo de conseguir o que quer, esse tipo de pessoa chega a fingir sentimentos, a enganar e a desviar de muitas situações. O que elas querem com isso? Que você se sinta culpado e ceda, em favor delas. São carrascos hábeis disfarçados de vítimas”.
6. O amor platônico e narcisista: Você passa mil anos disponível para tudo o que ele precisa, com a esperança de que se avance para algo a mais. No entanto, sempre que estão juntos, você percebe que “ele só fala dele mesmo, fica contando uma quantidade sem fim de problemas ou de coisas alegres sem perguntar uma única vez como você está ou como foi aquela cirurgia tão importante da qual você ainda está se recuperando”, comenta a psicóloga emocional. Segundo a especialista, esse tipo de pessoa tóxica não costuma se preocupar com os outros, pois está sempre centrada em si mesma e em satisfazer a sua necessidade de receber atenção. Assim, sem perceber, você se tornou um elemento fundamental na vida dela, já que alimenta a sua autoestima, ao mesmo tempo em que ela não acrescenta nem acrescentará nada a você. A especialista afirma também que esse comportamento costuma se manifestar “em pessoas que se acham superiores e melhores do que as outras e que por isso exageram quanto aos seus talentos e estão sempre à espera de que você as inveje e admire”. Enquanto você não se afastar discretamente, para que ela passe a falar da sua vida a outros, “tome cuidado e tenha paciência com as birras dela, porque, enquanto ela não se sentir reconhecida, sempre lutará para ser protagonista da sua vida e de todas as conversas”.
7. O colega de estudo pessimista: Quando iam juntos à faculdade, vocês acalentavam grandes projetos, mas, com o tempo, a realidade foi se impondo e nem tudo saiu como imaginavam. No entanto, você ainda sonha em fazer coisas novas e alcançar objetivos, enquanto ele já se rendeu. “São pessoas que só sabem ver as dificuldades do que pode ser feito. Semeiam dúvidas e temores, criam insegurança, desmotivam e podem a chegar a convencer você de que aquilo que você considerava bastante possível alguns minutos atrás agora é exatamente o contrário”, comenta Nuria Álvarez. É bom que existam pessoas que nos façam enxergar os possíveis riscos de alguma decisão a ser tomada ou de levar adiante um projeto complicado, mas essas amizades vão muito além disso. “Elas acabam se desgastando porque exalam negativismo: tudo, para elas, é um problema, vivem com medo e nunca tentam fazer nada. Não saem da sua zona de conforto e não deixam que os outros o façam”. Assim, leve isso em conta antes de avaliar a opinião dele ou decida que há coisas que é melhor não compartilhar, se você não quiser que ele lhe roube todos os seus sonhos e esperanças.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O mundo tá 8 ou 80...

O mundo tá 8 ou 80...
 
Tenho visto três comportamentos extremamente irritantes ultimamente, tanto na (INFERNET) (Internet) quanto fora dela:
1. Mania de levantar bandeira pra tudo
2. Falta de empatia com os outros
3. Criticar tudo.
E qual é a parte do mal, disto tudo? É que esses três comportamentos vem de pessoas com pensamento raso, que nem tiram um minuto pra pensar sobre o que estão dizendo e saem distribuindo seus comentários insensatos e raivosos mundo afora...

 

 


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O valor das palavras...


O valor das palavras

Na minha perspetiva, cada palavra tem o seu valor, sendo usadas com um objetivo, decidido por nós e pela circunstância em questão. As palavras podem ter o poder de magoar, reconfortar ou enganar.
Em cada momento da nossa vida vamos transmitido os nossos pensamentos, medos e opiniões recorrendo as palavras, pondo nestas com as nossas expressões, um peso. Esse peso é posto perante a situação que estaremos a passar, por exemplo se tivermos a transmitir a alguém uma boa notícia iremos-lhe transmitir alegria, pondo nas palavras um peso mais leve e tranquilo. Contrariamente verificamos quando estamos perante uma discussão, onde tentamos sempre atacar o outro pondo um peso intenso e agressivo nas palavras. Quando usamos um tom mais agressivo acompanhado de algumas palavras parecem pedras, a deixarem feridas irreversíveis. Para além disso, penso que existem palavras para cada ocasião, umas são usadas para expressar a tristeza, o sofrimento e a revolta, outras a alegria, a esperança. Podendo ainda ser usadas em nosso próprio proveito de magoar o outro, de o enganar ou até mesmo do reconfortar no seu dia mau. Por vezes estas palavras más são ditas sem intensão, sem ate mesmo pensarmos nelas, com o objetivo de nos fazermos mais fortes ou porque já estamos de cansados de carregar uma tristeza, descarregando nas pessoas que mais gostamos.
Portanto, há que ter atenção as palavras, a cada significado e valor que estas tem e ponderarmos sempre antes das utilizarmos para evitar feridas maiores.

IG41

domingo, 28 de outubro de 2018

TENHO PESSOAS QUE O TEMA DE CONVERSA DELAS… SOU EU…


TENHO PESSOAS QUE O TEMA DE CONVERSA DELAS… SOU EU…
 
As pessoas têm a mania descontrolada de achar e acham tanto que no final das contas acreditam que aquilo é verdade. Achar significa segundo o dicionário: Descobrir, inventar, julgar, supor, considerar. E pelo que foi visto achar não é ter certeza. Mas as pessoas gostam de achar isso e aquilo para quem sabe equipararmos os outros as suas fraquezas escondidas.

Canso de ver pessoas em pequenos grupos fazendo julgamentos na base do acismo de outros que na verdade mal conhecem. O fazem como se fosse para riscar o vivente do mapa e ter um competidor a menos em suas vidas. Se sentem felizes em desmerecer o outro mesmo sem certeza do que falam, pelo contrário, normalmente sabem que aquilo não é verdade.

Outro acismo muito em moda é o da traição em uma relação. Pessoas que mesmo sem nada acontecer devido ao seu medo extremo e às vezes até sentimento patológico criam fatos, julgam e dão a sentença condenando o outro. E base da ação nesse caso não existe no mundo e sim somente na cabeça daquele que vê tudo com maldade.

As pessoas deveriam ter mais certezas e achar menos. Deveriam de fato é cuidar da sua vida e quando opinar na alheia que seja livre de conceitos antecipados e da parcialidade quase sempre negativa.

Deveriam pensar que uma coisa mal contada reforçada por outros idiotas de mesma índole pode tirar o chão de alguém, pode destruir uma família e dar rumos não esperados a vida.

E lembre-se sempre que até que se prove o contrário a vida é uma só.

RC41